Profissionais de saúde do Estado participam de atualização sobre tracoma

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) realizou na última quarta-feira, 10, videoconferência sobre tracoma para 12 Gerências Regionais de Saúde e os municípios que realizam busca ativa da doença, com o objetivo de atualizar os profissionais de saúde. Em Santa Catarina, 47 municípios realizam a busca ativa do tracoma em escolares de 5 a 9 anos.


A responsável pelo setor de Tracoma da Gerência de Vigilância de Agravos da Dive, Ana Paula Côrrea Búrigo, orientou sobre diagnóstico, tratamento e vigilância epidemiológica da doença. “Foi enfatizada a importância da ação integrada entre Vigilância Epidemiológica, Atenção Básica e Educação nas ações educativas e de vigilância e controle da doença”, explica.


O tracoma é uma doença inflamatória dos olhos causada por uma bactéria que atinge a córnea e a conjuntiva. A transmissão ocorre por contato direto, pessoa a pessoa, ou contato indireto, através de objetos contaminados com secreções (toalhas, lenços, lençóis). Se não tratado, o tracoma pode causar cegueira.


Nas cidades consideradas prioritárias para a Campanha Nacional que é realizada desde 2013, (Romelândia, Lebon Régis, Dionísio Cerqueira, Coronel Martins, São José do Cerrito, Monte Carlo, Leoberto Leal, Frei Rogerio) serão feitos exames em escolares com idades entre 5 a 14 anos para detectar o tracoma. Os casos positivos serão tratados com o medicamento Azitromicina, distribuído pelo Ministério da Saúde e repassado aos municípios pela Secretaria de Estado da Saúde gratuitamente.


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