Boletim Epidemiológico n° 06/2016 Situação da Dengue, Febre do Chikungunya e Zika Vírus em Santa Catarina (Atualizado em 16/02/2016)

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) divulga o boletim n°6 de Dengue, Zika e Chikungunya, referente a Semana Epidemiológica n°06 (01 de janeiro até 13 de fevereiro de 2016).

Dengue

No período de 01 de janeiro a 13 de fevereiro de 2016 foram notificados 1.662 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 323 (19%) foram confirmados pelo critério laboratorial, 633 (38%) foram descartados por apresentarem resultado negativo para dengue e 706 (42%) casos aguardam a investigação realizada pelos municípios.

Do total de casos confirmados (323) até o momento, 81 (25%) são autóctones, com transmissão dentro de SC, 56 (17%) são importados (transmissão fora do Estado) e 186 (58%) estão em investigação para definição do Local Provável de Infecção (LPI).

Os 81 casos autóctones estão distribuídos pelos municípios (residência) de Bom Jesus (04), Caibi (01), Chapecó (05), Itajaí (06), Itapoá (01), Modelo (02), Nova Erechim (01), Pinhalzinho (56), São José do Cedro (01) e São Miguel do Oeste (04) (Tabela 2).

Dos 186 casos confirmados que estão em investigação de LPI, Pinhalzinho investiga a origem de 160 casos, Chapecó, Coronel Freitas, Descanso e Dionísio Cerqueira investigam 02 casos cada, e Balneário Barra do Sul, Bom Jesus, Brusque, Campos Novos, Itajaí, Joinville, Lages, Luzerna, Navegantes, Palhoça, Rio do Sul, São Bento do Sul, São José do Cedro, São Ludgero, São Miguel do Oeste, Schroeder, União do Oeste e Videira investigam 01 caso cada (Tabela 2).

Tabela 1: Casos de dengue, segundo classificação. Santa Catarina, 2015 - 2016.

Classificação

2015

2016

Casos

%

Casos

%

Confirmados

3.617

32

323

19

Autóctones

3.281

91

81

25

Importados

275

7

56

17

Em investigação de LPI

61

2

186

58

Descartados

6.852

60

633

38

Suspeitos

862

8

706

42

Total Notificados

11.331

100

1.662

100


Fonte: SINAN Online (com informações até o dia 13/02/2016).

Tabela 2: Casos confirmados de dengue segundo município de residência e classificação de Local Provável de Infecção (LPI).

Municípios de Residência SC

Nº de casos em Investigação de LPI

Nº de casos importados

Nº de casos autóctones

Autóctones

LPI

Abelardo Luz

0

2

0

 

Balneário Barra do Sul

1

0

0

 

Balneário Camboriú

0

2

0

 

Biguaçu

0

1

0

 

Bom Jesus

1

2

4

4 Bom Jesus

Brusque

1

3

0

 

Caçador

0

1

0

 

Caibi

0

1

1

1 Caibi

Camboriú

0

1

0

 

Campos Novos

1

0

0

 

Canoinhas

0

2

0

 

Chapecó

2

6

5

1 Balneário Camboriú, 2 Chapecó, 1 Pinhalzinho, 1 Indeterminado

Coronel Freitas

2

0

0

 

Descanso

2

0

0

 

Dionísio Cerqueira

2

0

0

 

Florianópolis

0

2

0

 

Itajaí

1

8

6

6 Itajaí

Itapoá

0

0

1

1 Itapoá

Jaguaruna

0

1

0

 

Jaraguá do Sul

0

3

0

 

Joaçaba

0

1

0

 

Joinville

1

4

0

 

Lages

1

0

0

 

Luzerna

1

0

0

 

Modelo

0

0

2

2 Pinhalzinho

Navegantes

1

0

0

 

Nova Erechim

0

0

1

1 Pinhalzinho

Palhoça

1

0

0

 

Palmitos

0

1

0

 

Pinhalzinho

160

0

56

56 Pinhalzinho

Pomerode

0

1

0

 

Rio do Sul

1

1

0

 

São Bento do Sul

1

2

0

 

São José

0

3

0

 

São José do Cedro

1

0

1

1 São José do Cedro

São Ludgero

1

0

0

 

São Miguel d'Oeste

1

2

4

4 São Miguel do Oeste

Saudades

0

1

0

 

Schroeder

1

1

0

 

União do Oeste

1

0

0

 

Videira

1

1

0

 

Xanxerê

0

1

0

 

Xaxim

0

2

0

 

Total

186

56

81

 

Fonte: SINAN Online (com informações até o dia 13/02/2016).

A situação de Pinhalzinho está sendo acompanhada pela DIVE desde o final de 2015, quando foi detectado um aumento no número de notificações de casos suspeitos de dengue. No período de 19 a 21 de janeiro, dentro do período no qual a maioria dos casos foram notificados, foi realizado um bloqueio com intensificação das visitas domiciliares para educação em saúde e eliminação e tratamento de depósitos e recipientes e, de forma complementar, aplicação de inseticida a Ultra Baixo Volume (UBV) por meio de equipamento acoplado a veículo, na área que concentrava a totalidade dos casos suspeitos. O município vem dando continuidade a esta ação e, um novo ciclo de borrifação com UBV está sendo realizado de forma complementar desde o sábado (13/02), sendo encerrada nesta terça feira (16/02).

Baseado na população do município de 2014 (IBGE), de 16.332 habitantes, e considerando os casos autóctones confirmados até o momento, o município de Pinhalzinho apresenta uma incidência de 367,4 casos de dengue para cada 100 mil/hab. Dessa forma, o município se encontra em nível de transmissão epidêmico (acima de 300 casos por 100.000 mil/hab.), conforme critérios da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Os demais municípios com casos confirmados foram orientados pela DIVE para realizarem ações de bloqueio de transmissão, que consiste nas visitas aos imóveis onde residem os casos, e nos demais num raio de 50 metros. Neste momento é realizada ação de educação em saúde, eliminação e tratamento de recipientes e, caso seja município considerado infestado, é orientado aplicação de inseticida UBV costal motorizado, na confirmação.

Em 2015 foram notificados 11.331 casos de dengue, dos quais 3.617 casos foram confirmados (32%), 6.858 (60%) foram descartados e 862 (8%) estão em investigação. Do total de casos confirmados, 3.281 (91%) eram autóctones, 275 (7%) importados e 61 (2%) estão em investigação para identificação do local provável de infecção (Tabelas 1 e 2).

Comparando os anos de 2015 e 2016, até a Semana Epidemiológica 06 de 2015 (14/02/2015), tinham sido notificados 1.388 casos de dengue, sendo 333 confirmados como autóctones. Já em 2016, considerando o mesmo período, foram notificados 1.662 casos, sendo que 81 confirmados como autóctone, até o momento (Figura 1 e 2).

Em relação aos focos do mosquito Aedes aegypti, em Santa Catarina, até a Semana Epidemiológica 06/2016 (de 01 de janeiro a 13 de fevereiro de 2016), foram identificados 1.479 focos, em 91 municípios. Neste mesmo período em 2015, tinham sido identificados 1.560 focos em 59 municípios (Figura 3).

Atualmente existem 28 municípios considerados infestados pelo mosquito Aedes aegypti: Anchieta, Balneário Camboriú, Chapecó, Cordilheira Alta, Coronel Freitas, Coronel Martins, Cunha Porã, Florianópolis, Guaraciaba, Guarujá do Sul, Itajaí, Itapema, Joinville, Maravilha, Nova Itaberaba, Novo Horizonte, Palmitos, Passo de Torres, Pinhalzinho, Planalto Alegre, Princesa, São Bernardino, São Lourenço do Oeste, São Miguel do Oeste, Serra Alta, União do Oeste, Xanxerê e Xaxim. A definição de infestação é realizada de acordo com a disseminação e manutenção dos focos.

y-1-boletim-16-02

Figura 1: Casos notificados de dengue, segundo Semana Epidemiológica de início dos sintomas. Santa Catarina, 2015-2016.
Total 2015: 11.331
Total 2016: 1.662
(Atualizado em 13/02/2016)

 

y-2-boletim-16-02
Figura 2: Casos confirmados de dengue autóctones, segundo Semana Epidemiológica de início dos sintomas. Santa Catarina, 2015-2016.
Total 2015: 3.281
Total 2016: 81
(Atualizado em 13/02/2016)

 

y-3-boletim-16-02Figura 3: Focos identificados de Aedes aegypti, segundo Semana Epidemiológica. Santa Catarina, 2015-2016.
Total 2015: 7.249
Total 2016: 1.479
(Atualizado em 13/02/2016.)

Febre de Chikungunya

No período de 01 de janeiro a 13 de fevereiro de 2016 foram notificados quarenta e nove (53) casos suspeitos de Febre de Chikungunya em Santa Catarina, todos permanecendo em investigação.

No ano de 2015 foram notificados 127 casos suspeitos de Chikungunya, dos quais quatro (3%) foram confirmados, 83 (65%) foram descartados e 40 (31%) permanecem em investigação. Do total de quatro casos confirmados, um foi autóctone do município de Itajaí e outros três foram importados de outros estados (Tabela 3).

Tabela 3: Casos de Febre de Chikungunya, segundo classificação. Santa Catarina, 2015-2016.

Classificação

2015

2016

Casos

%

Casos

%

Confirmados

4

3

0

0

Autóctones

1

25

0

0

Importados

3

75

0

0

Descartados

83

65

0

0

Suspeitos

40

31

53

100

Total Notificados

127

100

53

100


Fonte: SINAN NET (com informações até o dia 13/02/2016).

Febre do Zika Vírus

No período de 01 de janeiro a 13 de fevereiro de 2016 foram notificados 74 casos suspeitos de Febre do Zika Vírus em Santa Catarina. Destes, 05 (7%) foram confirmados (04 pelo critério clínico-epidemiológico e 01 pelo critério laboratorial), 30 (41%) foram descartados e 39 (53%) permanecem em investigação.

Todos os casos confirmados são importados. Estes casos foram identificados em Braço do Norte, Brusque, Florianópolis e Ipuaçu, e os prováveis locais de infecção foram os estados do Mato Grosso, Rio de Janeiro e Sergipe.

No ano de 2015 foram notificados 79 casos de febre do Zika Vírus, dos quais 9 foram confirmados pelo critério clínico-epidemiológico, sendo todos importados de outros estados, (residentes em Itapema, Laguna, Florianópolis, Bombinhas, Gaspar e Pomerode), 63 foram descartados e 7 permanecem em investigação (Tabelas 4 e 5).

Tabela 4: Casos de Febre do Zika Vírus, segundo classificação. Santa Catarina, 2015-2016.

Classificação

2015

2016

Casos

%

Casos

%

Confirmados

9

11

5

7

Autóctones

0

0

0

0

Importados

9

100

5

100

Descartados

63

80

30

41

Suspeitos

7

9

39

53

Total Notificados

79

100

74

100


Fonte: LACEN (com informações até o dia 13/02/2016).

Tabela 5: Casos de Febre do Zika Vírus, segundo classificação e município de residência. Santa Catarina, 2016.
y-5-boletim-16-02

Fonte: LACEN (com informações até o dia 13/02/2016).

Situação das Salas Municipais para o combate ao Aedes aegypti/SC

A Sala Estadual para o combate ao Aedes aegypti/SC informa que todos os 28 municípios infestados pelo Aedes aegypti implantaram a sala de situação municipal. O município de Princesa ainda não informou a composição da sua sala.

Informações sobre as visitas aos imóveis continuam sendo repassadas diariamente para a Sala Estadual, por todos os 28 municípios infestados.

Dos 333.124 imóveis em área infestada, que deveriam receber visita até o dia 13 de fevereiro, já foram realizadas visitas em 201.192 imóveis, representando 60,4% do total. Os imóveis fechados ou que a visita foi recusada totalizam 61.863, sendo que desses já foram recuperadas as visitas em 15.264, permanecendo 46.599 como pendentes (14% do total de imóveis existentes).

Os municípios de Anchieta, Cordilheira Alta, Coronel Freitas, Coronel Martins, Cunha Porã, Guaraciaba, Guarujá do Sul, Maravilha, Nova Itaberaba, Palmitos, Planalto Alegre, Princesa, São Bernardino, São Lourenço do Oeste, Serra Alta e Xaxim já realizaram visita em todos os imóveis das suas áreas infestadas. Os municípios que ainda não concluíram o primeiro ciclo de visitas devem concluir no menor tempo possível, para iniciar o segundo ciclo.

Os municípios de Chapecó, Florianópolis, Itajaí, Itapema, Pinhalzinho e Xanxerê formalizaram à Sala Estadual de Santa Catarina a solicitação de apoio das Forças Armadas. Em Florianópolis, contingente do exército já está desenvolvendo ações de orientação à população e eliminação de recipientes.

Além da intensificação nas visitas aos imóveis das áreas infestadas desses 28 municípios, a Coordenação da Atenção Básica da SES/SC emitiu a Nota Técnica nº 001/2016 e a Sala Estadual realizou uma webconferência no dia 22/01 com os Agentes Comunitários de Saúde de todos os municípios catarinenses. A orientação repassada foi que, na rotina das visitas aos imóveis, devem ser priorizadas as ações de orientação para população sobre as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, bem como formas de evitar e eliminar seus potenciais criadouros.

No dia 13 de Fevereiro de 2016 foi realizado o dia “D” de mobilização para o combate ao Aedes aegypti, em diversos municípios catarinenses, com ações de orientação a população e eliminação de potenciais criadores. As forças armadas participaram da ação em 34 municípios catarinenses, com a participação de 3.827 militares, visitando um total de 49.540 imóveis.
Nos 28 municípios infestados, houve a participação de 1.602 agentes comunitário de saúde e agentes de combate à endemias, com visita a 35.551 imóveis nesse dia.

Orientações para evitar a proliferação do Aedes aegypti:

  • Evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usar, coloque areia até a borda;
  • Guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
  • Mantenha lixeiras tampadas;
  • Deixe os depósitos para guardar água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
  • Plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água;
  • Trate a água da piscina com cloro e limpe uma vez por semana;
  • Mantenha ralos fechados e desentupidos;
  • Lave com escova os potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana;
  • Retire a água acumulada em lajes;
  • Dê descarga no mínimo uma vez por semana em banheiros pouco usados;
  • Mantenha fechada a tampa do vaso sanitário;
  • Evite acumular entulho, pois podem se tornar locais de foco do mosquito da dengue.
  • Denuncie a existência de possíveis focos de Aedes aegypti para a Secretaria Municipal de Saúde;
  • Caso apresente sintomas de dengue, chikungunya o Zika vírus, procure uma unidade de saúde para atendimento.


O que é Dengue?

É uma doença infecciosa febril causada por um arbovírus, sendo um dos principais problemas de saúde pública no mundo. É transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti infectado. Os sintomas da dengue são: febre, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, dor retro-orbital (atrás dos olhos), e manchas vermelhas na pele.
Pessoas que estiveram nos últimos 14 dias numa cidade com presença do Aedes aegypti ou com transmissão da dengue e apresentar os sintomas citados devem procurar uma unidade de saúde para diagnóstico e tratamento adequado.

O que é Febre de Chikungunya?

É uma infecção viral causada pelo Vírus Chikungunya, que pode se apresentar sob forma aguda (com sintomas abruptos de febre alta, dor articular intensa, dor de cabeça e dor muscular, podendo ocorrer erupções cutâneas) e evoluir para as fases: subaguda (com persistência de dor articular) e crônica (com persistência de dor articular por meses ou anos). O nome da doença deriva de uma expressão usada na Tanzânia que significa "aquele que se curva".

Pessoas que estiveram nos últimos 14 dias em cidade com presença do Aedes aegypti ou com transmissão da febre de chikungunya e apresentar os sintomas citados devem procurar uma unidade de saúde para diagnóstico e tratamento adequado.

O que é Febre do Zika Vírus?

É uma doença causada pelo vírus Zika (ZIKAV), transmitido pela picada do mesmo vetor da dengue, o Aedes aegypti, infectado. Pode manifestar-se clinicamente como uma doença febril aguda, com duração de 3-7 dias, geralmente sem complicações graves.
Segundo a literatura, mais de 80% das pessoas infectadas não desenvolvem manifestações clínicas. Porém, quando presentes, a doença se caracteriza pelo surgimento do exantema maculopapular pruriginoso, febre intermitente, hiperemia conjuntival não purulenta e sem prurido, artralgia, mialgia, edema periarticular e cefaleia. A artralgia pode persistir por aproximadamente um mês.

Boletins

  1. Boletim Epidemiológico n°07/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica de dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 14/04/2018 – SE 15/2018)
  2. Boletim Epidemiológico n° 06/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica de dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 31/03/2018 – SE 13/2018)
  3. Boletim Epidemiológico n° 05/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e do zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 17/03/2018 – SE 11/2018)
  4. Boletim Epidemiológico n° 02/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 03/02/2018 – SE 05/2018)
  5. Boletim Epidemiológico n° 01/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 20/01/2018 – SE 03/2018)
  6. Boletim Epidemiológico n° 26/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 30/12/2017 – SE 52/2017)
  7. Boletim Epidemiológico n° 25/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 16/12/2017 – SE 50/2017)
  8. Boletim Epidemiológico n° 24/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 25/11/2017 – SE 47/2017)
  9. Boletim Epidemiológico n° 23/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina
  10. Boletim Epidemiológico n° 22/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 28/10/2017 – SE 43/2017)
  11. Boletim Epidemiológico n° 21/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 14/10/2017 – SE 41/2017)
  12. Boletim Epidemiológico n° 20/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 30/09/2017 – SE 39/2017)
  13. Boletim Epidemiológico n° 19/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 16/09/2017 – SE 37/2017)
  14. Boletim Epidemiológico n°18/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 02/09/2017 – SE 35/2017)
  15. Boletim Epidemiológico n° 17/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 12/08/2017 – SE 32/2017)
  16. Boletim Epidemiológico n° 16/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 29/07/2017 – SE 30/2017)
  17. Boletim Epidemiológico n° 15/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 15/07/2017 – SE 28/2017)
  18. Boletim Epidemiológico n° 14/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 01/07/2017 – SE 26/2017)
  19. Boletim Epidemiológico n° 13/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 17/06/2017 – SE 24/2017)
  20. Boletim Epidemiológico n°12/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 03/06/2017 – SE 22/2017)
  21. Boletim Epidemiológico n° 11/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti, e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 20/05/2017 – SE 20/2017)
  22. Boletim Epidemiológico n° 10/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 06/05/2017 – SE 18/2017)
  23. Boletim Epidemiológico n° 09/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti, e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 22/04/2017 – SE 16/2017)
  24. Boletim Epidemiológico n° 08/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti, e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 08/04/2017 – SE 14/2017)
  25. Boletim Epidemiológico n° 07/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti, e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 25/03/2017 – SE 12/2017)
  26. Boletim Epidemiológico n° 06/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti, e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 11/03/2017 – SE 10/2017)
  27. Boletim Epidemiológico nº 05/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti, e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 25/02/2017 – SE 08/2017)
  28. Boletim Epidemiológico n° 4/2017 Situação da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 28/1/2017 – SE 4/2017)
  29. Boletim Epidemiológico n° 3/2017 Situação da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 28/1/2017 – SE 4/2017)
  30. Boletim Epidemiológico n° 02/2017 Situação da dengue, febre do chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 14/1/2017 – SE 2/2017)
  31. Boletim Epidemiológico n° 01/2017 Situação da dengue, febre do chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 7/1/2017 – SE 1/2017)

  32. Boletim Epidemiológico 2016 Situação da Dengue, Febre do Chikungunya e Zika Vírus em Santa Catarina (Atualizado em 05/04/2017)
  33. Boletim Epidemiológico 2015 Situação da Dengue, Febre do Chikungunya e Zika Vírus em Santa Catarina (Atualizado em 06/01/2016)

 


 

Informações adicionais:
Letícia Wilson / Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406
www.dive.sc.gov.br


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