Boletim Epidemiológico n° 31/2016 Situação da dengue, febre do chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 22/10/2016 – SE 42/2016)

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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulga o boletim n° 31 de dengue, zika e chikungunya, com dados até a Semana Epidemiológica n° 42 (1 de janeiro a 22 de outubro de 2016).

>>Dengue

No período de 1 de janeiro a 22 de outubro de 2016 foram notificados 13.214 casos suspeitos de dengue em Santa Catarina. Desses, 4.356 (33%) foram confirmados (3.460 pelo critério laboratorial e 896 pelo critério clínico epidemiológico), 624 (5%) estão inconclusivos (classificação utilizada no SINAN nos casos em que após 60 dias da data de notificação, ainda estiverem sem encerramento da investigação), 8.170 (61%) foram descartados por apresentarem resultado negativo para dengue e 64 (1%) casos suspeitos estão em investigação pelos municípios. Do total de casos confirmados (4.356) até o momento, 3.977 (91%) são autóctones, com transmissão dentro de Santa Catarina, 278 (6%) são importados (transmissão fora do estado) e 101 (3%) estão aguardando definição do Local Provável de Infecção (LPI) (Tabela 1).

 

Tabela 1: Casos notificados de dengue, segundo classificação. Santa Catarina, 2016.


 Fonte: SINAN On-line (com informações até o dia 22/10/2016).

 

Até o momento, conforme informações sobre o Local Provável de Infecção (LPI) existe confirmação de transmissão autóctone de dengue em 27 municípios de Santa Catarina: Balneário Camboriú, Bom Jesus, Brusque, Caibi, Chapecó, Coronel Freitas, Descanso, Florianópolis, Guaraciaba, Guatambu, Itajaí, Joinville, Itapema, Itapoá, Maravilha, Modelo, Nova Itaberaba, Palmitos, Pinhalzinho, Quilombo, São José do Cedro, São Lourenço do Oeste, São Miguel do Oeste, Saudades, Serra Alta, União do Oeste e Xanxerê (Tabela 2). Em relação ao boletim anterior, o município de Quilombo confirmou a transmissão de um caso autóctone, com data de início dos sintomas no início de maio.

O município de Pinhalzinho apresenta o maior número de casos autóctones (2.420) no estado, com uma taxa de incidência de 12.943,9 casos por 100 mil/hab. Além de Pinhalzinho, Serra Alta possui uma taxa de incidência de 4.589,4 casos por 100 mil/hab, Bom Jesus 2.977,7 por 100 mil/hab, Coronel Freitas 1.548,9 por 100 mil/hab, Descanso 1022,9 por 100 mil/hab, Modelo 503,7 por 100 mil/hab, Chapecó 381,4 por 100 mil/hab e União do Oeste 333,3 casos por 100 mil/hab. A Organização Mundial da Saúde (OMS) define o nível de transmissão epidêmico quando a taxa de incidência é maior de 300 casos de dengue por 100 mil habitantes.

 

Tabela 2: Casos autóctones de dengue segundo Local Provável de Infecção (LPI). Santa Catarina, 2016.


 Fonte: SINAN On-line (com informações até o dia 22/10/2016).

 

O acompanhamento dos casos por semana epidemiológica (SE) mostra que o maior número de casos autóctones confirmados (493) ocorreu na SE 9 (28 de fevereiro a 5 de março). A partir da SE 20 (15 a 21 de maio) o número de casos confirmados vem diminuindo substancialmente em todo o estado, sendo que nas últimas treze semanas não houve registro de casos autóctones (Figura 1).

Em comparação ao último boletim, houve aumento de oito casos autóctones. Desses, quatro tiveram Local Provável de Infecção em Pinhalzinho, três em Chapecó e um em Quilombo. Estes casos são referentes aos meses de fevereiro a maio. O município de Florianópolis teve redução de um caso autóctone, tendo em vista a mudança de classificação do mesmo, que permanece em investigação de LPI.

Além do óbito por dengue grave registrado em um paciente de 37 anos, residente em Chapecó, no dia 13 de março, o estado registrou um segundo óbito de um paciente de 103 anos, residente em Pinhalzinho, no dia 27 de abril.

 

Figura 1: Casos de dengue segundo classificação final e SE de início dos sintomas - SC, 2016.

Total 2016: 13.214

(Atualizado em 22/10/2016)

 


>> Comparação de casos notificados, autóctones e focos em 2015 e 2016:

Em Santa Catarina, no ano de 2016, até SE 42 o número de casos notificados de dengue (13.214 casos) está acima do registrado no mesmo período em 2015 (10.406 casos), representando um aumento de 21% no registro de um ano para outro. Já em relação aos casos autóctones, em 2016, também considerando até a SE 42, foram confirmados 3.977 casos, enquanto no mesmo período em 2015 haviam sido confirmados 3.273 casos, representando um aumento de 18% no número de casos autóctones confirmados de um ano para outro (Figura 2 e 3).

Em relação aos focos do mosquito Aedes aegypti, em 2016, até a SE 42 foram identificados 6.326 focos, em 133 municípios. Neste mesmo período em 2015, tinham sido identificados 5.966 focos em 111 municípios (Figura 4).

Em comparação ao boletim n° 30, divulgado há três semanas, houve um aumento de 83 focos do mosquito, identificados em 28 municípios, demonstrando um aumento no número de focos detectados nas últimas cinco semanas. Dessa forma, é preciso intensificar os cuidados para eliminar depósitos com condições propícias para reprodução do Aedes aegypti, tendo em vista a proximidade com o período de maior calor e chuvas intensas.

Atualmente há 50 municípios considerados infestados pelo mosquito Aedes aegypti: Anchieta, Balneário Camboriú, Bom Jesus, Caçador, Camboriú, Campo Erê, Catanduvas, Chapecó, Cordilheira Alta, Coronel Freitas, Coronel Martins, Cunha Porã, Descanso, Florianópolis, Guaraciaba, Guarujá do Sul, Itajaí, Itapema, Itapiranga, Ipuaçu, Joinville, Jupiá, Maravilha, Modelo, Nova Erechim, Nova Itaberaba, Novo Horizonte, Palma Sola, Palmitos, Passo de Torres, Pinhalzinho, Planalto Alegre, Princesa, Porto União, Quilombo, São Bernardino, São Carlos, São Domingos, São José, São José do Cedro, São Lourenço do Oeste, São Miguel do Oeste, Santo Amaro da Imperatriz, Saudades, Seara, Serra Alta, Sul Brasil, União do Oeste, Xanxerê e Xaxim (Figura 5).

A definição de infestação é realizada de acordo com a disseminação e manutenção dos focos.

 


Figura 2: Casos notificados de dengue, segundo Semana Epidemiológica de início dos sintomas. Santa Catarina, 2015-2016.

Total 2015: 11.333

Total 2016: 13.214

(Atualizado em 22/10/2016)

 

Figura 3: Casos confirmados de dengue autóctones, segundo Semana Epidemiológica de início dos sintomas. Santa Catarina, 2015-2016.

Total 2015: 3.281

Total 2016: 3.977

(Atualizado em 22/10/2016)

 

 

Figura 4: Focos identificados de Aedes aegypti, segundo Semana Epidemiológica. Santa Catarina, 2015-2016.

Total 2015: 7.249

Total 2016: 6.326

(Atualizado em 22/10/2016)

 


Figura 5: Mapa dos municípios segundo situação entomo-epidemiológica de dengue. Santa Catarina, 2016.

(Atualizado em 22/10/2016.)

 

>> O que é Dengue?

A dengue é uma doença infecciosa febril causada por um arbovírus, sendo um dos principais problemas de saúde pública no mundo. Ela é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti infectado.

A infecção pelo vírus dengue pode ser assintomática ou sintomática. Quando sintomática, causa uma doença sistêmica e dinâmica de amplo espectro clínico, variando desde formas mais leves (oligossintomáticas) até quadros graves, podendo evoluir para o óbito. Todos os quatro sorotipos de vírus da dengue circulantes no mundo (DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4) causam os mesmos sintomas, não sendo possível distingui-los somente pelo quadro clínico. O termo “dengue hemorrágica” deixou de ser empregado em 2014, quando o Brasil passou a utilizar a nova classificação da doença, que leva em consideração que a dengue é uma doença única, dinâmica e sistêmica. Para efeitos clínicos e epidemiológicos, considera-se a seguinte classificação: dengue, dengue com sinais de alarme e dengue grave.

Sinais e sintomas

Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40° C) de início abrupto, que tem duração de dois a sete dias, associada à dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo, nas articulações e no fundo dos olhos. Manchas pelo corpo estão presentes em 50% dos casos, podendo atingir face, tronco, braços e pernas. Perda de apetite, náuseas e vômitos também podem estar presentes.

Com a diminuição da febre, entre o terceiro e o sétimo dia do início da doença, grande parte dos pacientes recupera-se gradativamente, com melhora do estado geral e retorno do apetite. No entanto, alguns pacientes podem evoluir para a forma grave da doença, caracterizada pelo aparecimento de sinais de alarme, que podem indicar o deterioramento clínico do paciente.

Quadros graves

Sangramentos de mucosas (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, letargia, sonolência ou irritabilidade, hipotensão e tontura são considerados sinais de alarme. Alguns pacientes podem, ainda, apresentar manifestações neurológicas, como convulsões e irritabilidade.

O choque ocorre quando um volume crítico de plasma (parte líquida do sangue) é perdido através do extravasamento nos vasos sanguíneos, e caracteriza-se por pulso rápido e fraco, diminuição da pressão de pulso, extremidades frias, demora no enchimento capilar, pele pegajosa e agitação. O choque é de curta duração e pode levar à recuperação rápida, após terapia apropriada, ou ao óbito, de 12 a 24 horas.

Qualquer pessoa pode desenvolver formas graves de dengue, já na primeira infecção, apesar da maior frequência ser entre a segunda ou terceira infecção devido à resposta imune individual. No entanto, crianças, gestantes e idosos, além daqueles em situações especiais (portadores de hipertensão arterial, diabetes melitus, asma brônquica, alergias, doenças hematológicas ou renais crônicas, doença grave do sistema cardiovascular, doença ácido-péptica ou doença autoimune), têm maior risco de apresentarem quadros graves de dengue.

Atenção: Na presença de sinais de alarme, o paciente deve retornar imediatamente ao serviço de saúde.

Pessoas que estiveram nos últimos 14 dias numa cidade com presença do Aedes aegypti ou com transmissão da dengue e apresentar os sintomas citados devem procurar uma unidade de saúde para diagnóstico e tratamento adequado.

>> Febre de chikungunya

No período de 1 de janeiro a 22 de outubro de 2016, foram notificados 848 casos suspeitos de febre de chikungunya em Santa Catarina. Desses, 85 (10%) foram confirmados (81 pelo critério laboratorial e quatro pelo critério clínico-epidemiológico), 53 (7%) estão inconclusivos, 657 (76%) foram descartados e 53 (7%) permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados (85) até o momento, 73 (86%) são importados (transmissão fora do estado), seis (7%) são autóctones (transmissão dentro do estado) e seis (7%) estão aguardando definição do Local Provável de Infecção (LPI). (Tabela 3 e 4).

Em comparação ao boletim n° 30, foi registrado um caso autóctone no município de Chapecó referente a SE 31 (31 de julho a 6 de agosto).

 

Tabela 3: Casos de febre de chikungunya segundo classificação. Santa Catarina, 2016.


 Fonte: SINAN NET e SINAN On-line (com informações até o dia 22/10/2016).

 

Tabela 4: Casos confirmados de febre de chikungunya segundo classificação, município de residência e local provável de infecção (LPI). Santa Catarina, 2016.


 Fonte: SINAN NET e SINAN On-line (com informações até o dia 22/10/2016).

 

Em 2015 foram notificados 134 casos suspeitos de chikungunya, dos quais oito (6%) foram confirmados, 98 (73%) foram descartados e 28 (21%) permanecem inconclusivos. Do total de oito casos confirmados, um foi autóctone do município de Itajaí e outros sete foram importados de outros estados. Esses casos foram identificados em Blumenau, Cunha Porã, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville e São José.

>> O que é febre de chikungunya?

É uma infecção viral causada pelo vírus chikungunya, que pode se apresentar sob forma aguda (com sintomas abruptos de febre alta, dor articular intensa, dor de cabeça e dor muscular, podendo ocorrer erupções cutâneas) e evoluir para as fases: subaguda (com persistência de dor articular) e crônica (com persistência de dor articular por meses ou anos). O nome da doença deriva de uma expressão usada na Tanzânia que significa "aquele que se curva".

Pessoas que estiveram nos últimos 14 dias em cidade com presença do Aedes aegypti ou com transmissão da febre de chikungunya e apresentar os sintomas citados devem procurar uma unidade de saúde para diagnóstico e tratamento adequado.

>> Zika vírus

No período de 1 de janeiro a 22 de outubro de 2016 foram notificados 458 casos suspeitos de febre do zika vírus em Santa Catarina. Desses, 57 (12%) foram confirmados (37 pelo critério clínico-epidemiológico e 20 pelo critério laboratorial), 33 (7%) estão inconclusivos, 362 (80%) foram descartados e seis (1%) permanecem em investigação.

Do total de casos confirmados (57) até o momento, 46 (81%) são importados (transmissão fora do estado), oito (14%) são autóctones, com transmissão dentro de Santa Catarina e três (5%) estão aguardando definição do Local Provável de Infecção (LPI) (Tabela 5 e 6).

 

Tabela 5: Casos de febre do zika vírus, segundo classificação. Santa Catarina, 2016.


 Fonte: LACEN/SINAN NET (com informações até o dia 22/10/2016).

 

Tabela 6: Casos confirmados de febre do zika vírus segundo classificação, município de residência e local provável de infecção (LPI). Santa Catarina, 2016.


 Fonte: LACEN/SINAN NET (com informações até o dia 22/10/2016).

 

No ano de 2015 foram notificados 80 casos de febre do zika vírus, dos quais 10 foram confirmados pelo critério clínico-epidemiológico, sendo todos importados de outros estados (residentes em Itapema, Laguna, Florianópolis, Bombinhas, Gaspar e Pomerode) e 70 foram descartados.

>> O que é febre do zika vírus?

É uma doença causada pelo vírus zika (ZIKAV), transmitido pela picada do mesmo vetor da dengue, o Aedes aegypti, infectado. Pode manifestar-se clinicamente como uma doença febril aguda, com duração de 3-7 dias, geralmente sem complicações graves.

Segundo a literatura, mais de 80% das pessoas infectadas não desenvolvem manifestações clínicas. Porém, quando presentes, a doença se caracteriza pelo surgimento do exantema maculopapular pruriginoso, febre intermitente, hiperemia conjuntival não purulenta e sem prurido, artralgia, mialgia, edema periarticular e cefaleia. A artralgia pode persistir por aproximadamente um mês.

Orientações para evitar a proliferação do Aedes aegypti:

  • Evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usar, coloque areia até a borda;
  • Guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
  • Mantenha lixeiras tampadas;
  • Deixe os depósitos para guardar água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
  • Plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água;
  • Trate a água da piscina com cloro e limpe uma vez por semana;
  • Mantenha ralos fechados e desentupidos;
  • Lave com escova os potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana;
  • Retire a água acumulada em lajes;
  • Dê descarga no mínimo uma vez por semana em banheiros pouco usados;
  • Mantenha fechada a tampa do vaso sanitário;
  • Evite acumular entulho, pois podem se tornar locais de foco do mosquito da dengue.
  • Denuncie a existência de possíveis focos de Aedes aegypti para a Secretaria Municipal de Saúde;
  • Caso apresente sintomas de dengue, chikungunya ou zika vírus procure uma unidade de saúde para atendimento.

 

 

Boletins

  1. Boletim Epidemiológico n° 20/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica de dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 13/10/2018 – SE 41/2018)
  2. Boletim Epidemiológico n° 19/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica de dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 29/09/2018 – SE 39/2018)
  3. Boletim Epidemiológico n° 15/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica de dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 04/08/2018 – SE 31/2018)
  4. Boletim Epidemiológico n° 14/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica de dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 21/07/2018 – SE 29/2018)
  5. Boletim Epidemiológico n°07/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica de dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 14/04/2018 – SE 15/2018)
  6. Boletim Epidemiológico n° 06/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica de dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 31/03/2018 – SE 13/2018)
  7. Boletim Epidemiológico n° 05/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e do zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 17/03/2018 – SE 11/2018)
  8. Boletim Epidemiológico n° 02/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 03/02/2018 – SE 05/2018)
  9. Boletim Epidemiológico n° 01/2018 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 20/01/2018 – SE 03/2018)
  10. Boletim Epidemiológico n° 26/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 30/12/2017 – SE 52/2017)
  11. Boletim Epidemiológico n° 25/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 16/12/2017 – SE 50/2017)
  12. Boletim Epidemiológico n° 24/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 25/11/2017 – SE 47/2017)
  13. Boletim Epidemiológico n° 23/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina
  14. Boletim Epidemiológico n° 22/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 28/10/2017 – SE 43/2017)
  15. Boletim Epidemiológico n° 21/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 14/10/2017 – SE 41/2017)
  16. Boletim Epidemiológico n° 20/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 30/09/2017 – SE 39/2017)
  17. Boletim Epidemiológico n° 19/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 16/09/2017 – SE 37/2017)
  18. Boletim Epidemiológico n°18/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 02/09/2017 – SE 35/2017)
  19. Boletim Epidemiológico n° 17/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 12/08/2017 – SE 32/2017)
  20. Boletim Epidemiológico n° 16/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 29/07/2017 – SE 30/2017)
  21. Boletim Epidemiológico n° 15/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 15/07/2017 – SE 28/2017)
  22. Boletim Epidemiológico n° 14/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 01/07/2017 – SE 26/2017)
  23. Boletim Epidemiológico n° 13/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 17/06/2017 – SE 24/2017)
  24. Boletim Epidemiológico n°12/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 03/06/2017 – SE 22/2017)
  25. Boletim Epidemiológico n° 11/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti, e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 20/05/2017 – SE 20/2017)
  26. Boletim Epidemiológico n° 10/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 06/05/2017 – SE 18/2017)
  27. Boletim Epidemiológico n° 09/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti, e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 22/04/2017 – SE 16/2017)
  28. Boletim Epidemiológico n° 08/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti, e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 08/04/2017 – SE 14/2017)
  29. Boletim Epidemiológico n° 07/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti, e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 25/03/2017 – SE 12/2017)
  30. Boletim Epidemiológico n° 06/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti, e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 11/03/2017 – SE 10/2017)
  31. Boletim Epidemiológico nº 05/2017 Vigilância entomológica do Aedes aegypti, e situação epidemiológica da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 25/02/2017 – SE 08/2017)
  32. Boletim Epidemiológico n° 4/2017 Situação da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 28/1/2017 – SE 4/2017)
  33. Boletim Epidemiológico n° 3/2017 Situação da dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 28/1/2017 – SE 4/2017)
  34. Boletim Epidemiológico n° 02/2017 Situação da dengue, febre do chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 14/1/2017 – SE 2/2017)
  35. Boletim Epidemiológico n° 01/2017 Situação da dengue, febre do chikungunya e zika vírus em Santa Catarina (Atualizado em 7/1/2017 – SE 1/2017)

  36. Boletim Epidemiológico 2016 Situação da Dengue, Febre do Chikungunya e Zika Vírus em Santa Catarina (Atualizado em 05/04/2017)
  37. Boletim Epidemiológico 2015 Situação da Dengue, Febre do Chikungunya e Zika Vírus em Santa Catarina (Atualizado em 06/01/2016)

 


 

 

 


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